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Semente Sapuvinha - M. stipitatum - 100GR

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Descrição Rápida

A Sapuva ou Sapuvinha (Machaerium stipitatum), também chamada de pau-de-malho ou canela-do-brejo, é uma árvore da família Leguminosae-Papilionoideae, com ocorrência no centro-sul do Brasil. Além do potencial para recuperação de áreas degradadas, a Sapuvinha possui importantes propriedades medicinais, sendo utilizada no tratamento de feridas e infecções na boca.

Nome Popular : Sapuvinha, sapuva, sapuvuçu, pau-de-malho, jacarandá-roxo, canela-do-brejo, farinha-seca, marmeleira-do-mato

Nome Científico :Machaerium Stipitatum

Família : Fabaceae-Faboideae

Peso do Pacote : 100 Gramas

Síndrome de Dispersão : Anemocórica

Sinomínia Botânica :Nissolia stipitata DC.

Grupo Ecológico : Pioneira

Classificação Sucessional : Secundária Tardia

Ameaça de Extinção : Não Ameaçada

Bioma : Mata Atlântica

Ocorrência conforme resolução SMA 08 - Estado de São Paulo : Floresta Estacional Decidual - Centro, Floresta Estacional Semidecidual - Centro, Floresta Estacional Semidecidual - Noroeste, Floresta Estacional Semidecidual - Sudoeste, Floresta Ombrófila Densa - Litoral Sul , Floresta Ombrófila Densa - Sudeste, Mata Ciliar - Centro, Mata Ciliar - Sudoeste

Origem : Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo

Locais de Ocorrência : Centro-Oeste, Sudeste, Sul

Onde Plantar : Praças, parques, jardins, desde seja em solos férteis.

Solo de Plantio : Áreas Úmidas

Porte da Árvore : De 10 a 15 metros, De 15 a 20 metros

Utilidades : Construção Civil, Uso Ornamental

Madeira : Moderadamente pesada (densidade 0,84 g/cm³), resistente, de textura média, medianamente resistente ao ataque de organismos xilófagos, com alburno pouco destacado.

Tronco : Tronco fenestrado de 40-50 cm de diâmetro, revestido por casca padro-acinzentada, fina e com ritidoma escamoso.

Folha : Folhas alternas espiraladas, estipuladas, compostas imparipinadas, com 9-15 folíolos alternos, elípticos ou ovalados a lanceolados, membranáceos e glabros, de 3-5 cm de comprimento por 8-16 mm de largura.

Flor : Flores amarelo-esbranquiçadas, zigomorfas, diclamídeas, de corola dialipétala, dispostas em panículas axilares e apicais.

Fruto : Fruto sâmara falciforme.

Fruto Comestível : Não

Potencial Paisagístico : A árvore é extremamente ornamental, principalmente pela copa piramidal com ramos um tanto pendentes, podendo ser usada com sucesso no paisagismo em geral, para o que infelizmente ainda é pouco usada.

Fenologia : Floresce durante os meses de fevereiro-abril. A maturação dos frutos verifica-se em setembro-outubro.

Tempo Médio de Emergência : 15 Dias

Sementes por Quilo : 6300

Sementes por Pacote : 630

Sementes por Cova : 1

Mês de Coleta : Outubro

Longevidade e Armazenamento : Suas sementes perdem rapidamente a viabilidade.

Colheita : Colher os frutos diretamente da árvore quando iniciarem a queda espontânea. Os frutos assim obtidos podem ser diretamente utilizados para a semeadura como se fossem sementes, uma vez que sua abertura e a retirada da semente são praticamente impossíveis.

Quebra de Dormência : Não há necessidade.

Como Plantar : Colocar os frutos para germinar, logo que colhidos, diretamente em recipientes individuais contendo substrato organo-argiloso e mantidos em ambiente semi-sombreado (sensível ao transplante); cobri-los com uma camada de 0,5 cm do substrato peneirado, irrigando-os duas vezes ao dia. A germinação geralmente é baixa. O desenvolvimento das mudas é moderado, ficando prontas para o plantio no local definitivo em 6-7 meses. O desenvolvimento das plantas no campo é também moderado, alcançando 2,5 metros aos 2 anos.

 

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